quarta-feira, 20 de abril de 2011

Poesia repentina

No meu quarto escuro, lágrimas escorrem.
No meu olhar puro, o amor brilha.
No meu peito fraco, meu coração rodopia.

Nada tenho além de livros, caderno e lápis.
Nada mais do que sentimentos alados.

Em meu devaneio solitário, por um triz,
Quase morro, caído nos braços da atriz.

Caio Polonini
20/04/2011

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