sábado, 4 de abril de 2009

Foccus!



Há tempos que eu não aparecia por aqui, aliás, minha vida virtual anda meio abandonada mesmo... isso não é nada legal. Muitas coisas andam acontecendo em minha vida, mas isso não me desanima em escrever. Estou cheio de textos novos escritos por mim e o Polonini; em breve postarei aqui.
Uma das minhas últimas experiências fantásticas, foi a viagem que fiz com o Foccus, meu grupo de teatro, para Curitiba. Participamos pela primeira vez do festival de teatro que acontece por lá há 18 anos. Foi uma coisa fantástica, voltei feliz e um pouco realizado. Não digo que voltei realizado por completo pois não teria graça, quero sempre mais! E essa vontade de querer é que me faz viver...

b-jos
=]

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Caso de amor




Estou me sentindo ácido nessa fria manhã nostálgica e silenciosa. Estou pensando coisas diversas e sentindo múltiplas sensações que se misturam e não se definem em uma coisa só, por vezes são sentimentos que dóem em meu coração causando reações surpreendentes. Quase sempre estou à beira do abismo de emoções em variações confusas que não sei se amo ou se odeio.
Com o tempo mudei minha forma de pensar e de encarar a vida, na verdade acho que tomei consciência do que é viver, isso não é nada fácil e ainda me sinto despreparado para o mundo, embora já tenha aprendido muitas coisas, sei que muitas outras estão por vir. As pessoas que amo muitas vezes me fazem sofer, isso inclui diversos fatores que se eu fosse listar, passaria horas escrevendo. Cada caso é um caso diferente de amor. Assim como amo quem não sabe, sou amado por quem não sei.

Bruno Akimoto
05/02/2009

domingo, 25 de janeiro de 2009

Uma breve resposta



Olá queridos, demorei muito, sei disso, mas voltei como prometi! Veja só, o mês de janeiro já está no fim, o tempo está passando rapidíssimo! Vou postar um texto do Polonini... o primeiro de 2009.

Hoje acordei meio assim, sei lá...

"Toda história nasce, evolui e morre, porém não morre por completo, pois toda vez que é contada ou lida ela respira. O que é de se questionar é porque existe o nascimento de uma história, pois sempre há algo que motiva ela nascer. Como é gostoso deitar na grama sob a sombra de uma imensa árvore em uma tarde fresca só para ler uma história que não se sabe o fim que vai ter; na verdade o lugar não importa, pois quando saboreamos uma história somos capazes de estar em diversos lugares e viver inumeras situações. Perdi-me tantas vezes por aí, com sei lá quem a procura de sei lá o que.
É fabulosa a capacidade do escritor de perceber as coisas e transformá-las em palavras, textos, livros... é genial o modo como tudo se encaixa e evolui em uma atmosfera consistente de fatos convincentes. A vida pode ser vista metaforicamente e, sentimentos podem se transformar magicamente em qualquer coisa que pode variar desde um imenso tobogã a um grande abismo, isso depende do olho de quem vê, do coração de quem sente e da mão de quem toca. Porém, se somos capazes de sentir não significa que somos capazes de tocar e, se somos capazes de tocar não significa que somos capazes de sentir, será que é tão complexo assim? De fato todo escritor esconde em suas obras coisas que tem real significado para ele, se fosse o contrário, que sentido teria escrever por escrever? O amor talvez não caiba em uma breve história, uma paixão por vezes pode ser perigosa, ou não, e os prazeres são momentâneos pois não duram para sempre, a felicidade seria um bom exemplo momentâneo.Quem discorda, por favor, que prove concretamente o contrário."

[Caio Polonini 05/01/2009]

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

In Rio...



É... mais um ano se passou minha gente.
Despeço-me aqui de vocês, amores. Agora posso sair de cena e ir pro meu camarim? Talvez chorar... por diversos motivos, mas sairei de lá novo e pronto para a próxima cena.

Nos vemos em 2009 sim? Eu volto... juro que volto!

"Eu volto por minhas asas
deixem-me voltar
Quero morrer sendo amanhecer
quero morrer sendo ontem

Eu volto por minhas asas
deixem-me voltar
Quero morrer manancial
quero morrer fora do mar..."


B-jão!
Bruno Akimoto
=]

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

É...



Eis o natal...
Estou sentindo coisas que não quero sentir, é tudo tão estranho, vazio... me sinto oco mais uma vez. Um misto de sentimentos me invade e eu não sei explicar o que é.
Essas épocas são sempre tristes pra mim. E pra torturar um pouco mais lá vem o tal do ano novo.

Quero que passe tudo logo pra tirar essa angústia de mim;

Posso sair de cena agora e ir chorar no meu camarim?

b-jos
Bruno e Caio
=]

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Você tem medo do natal?



Na verdade não é medo do natal e, sim de como tudo passou tão rápido! Chega a ser intrigante. Olha, mas confesso a você que o natal e ano novo pra mim não tem mais a mesma magia de antes. Aliás, nem a vida. Sim, pois antes era tão bom tentar adivinhar qual era o meu presente debaixo daquela árvore repleta de coisas, tentar imaginar qual surpresa minha madrinha iria fazer, qual presente eu elegeria o mais legal... Chegar em casa repleto de coisas e colocar todas juntinhas no canto do quarto pra no dia seguinte espalhar tudo na cama e apreciar cada coisa. Antigamente eu fazia manualmente cartões de natal para a grande maioria dos familiares... Eram quase 50 por ano! Mas era tão prazeroso cortar os papéis, desenhar cuidadosamente cada um, pintar, selecionar a frase e escrever um por um... Dava um trabalhão. Hoje, nem a árvore de natal tenho mais vontade de montar. É, o natal é melancólico, mas posso dizer que o ano novo é pior... Sinto-me extremamente estranho no dia 31/12, um misto de sentimentos fortes, uma vontade de chorar e posso arriscar dizer um aperto no peito. As pessoas saem pra comemorar uma data tão importante (assim a julgam), mas é apenas mais um dia amanhecendo de 31 para 01, o que muda é o ano, pois o mundo continua na mesma. As pessoas continuam passando fome e necessidade, sofrendo preconceitos, e sendo mesquinhas e egoístas. Isso é um novo ano? Ora, não estou sendo pessimista, mas acontece que o mundo é um pouco hipócrita;
Sabe, nesses "últimos" dias eu fico lembrando de tudo o que aconteceu no ano que passou. Lembro das pessoas, momentos individuais e compartilhados, alegrias, tristezas, decepções, conquistas e, olha sinto uma saudade de tudo o que passou e sei que não voltará. Vejo tudo isso e as lembranças são fortes e vivas ainda... Quanta saudade! Que saudade! Olho o tempo passando, eu ficando mais velho a cada dia, minha vida passando, tomando rumos inesperados... Ai, ai a vida é tão pesada sabia? Não dá pra carregar nas costas. E as pessoas então!? Fico lembrando de todos que conheci, que me acompanham até hoje e os que só fizeram participação especial. Que saudade! É, a vida é feita de momentos passageiros.

Não sei, mas o encanto sumiu, evaporou ou sei lá o que. O que sei é que a esperança de menino ainda não perdi, sou um sonhador e vivo no mundo da lua criando mil e uma histórias. Juro que um dia eu conto elas pra alguém, mas as pessoas não têm paciência de ouvir um bobão com suas loucuras... Quem sabe um dia alguém para pra ouvir né? Não tem problema, eu espero. Se eu não conseguir contar levo comigo por onde for e ficarão guardadas pra sempre nas minhas gavetas internas ao som de um Blue.

b-jos,
Bruno
=]

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Pesquisa!



Eu, com minha cabeça que não para de pensar e de ter idéias, estou com um dilema. Bom, vamos direto ao ponto! Acontece que estou com umas idéias novas para escrever (mais uma) peça teatral, mas dessa vez eu gostaria de saber a opnião das pessoas em relação a um tema específico: a nudez! Sim, pode parecer loucura de minha parte mas é um tema bem interessante e com ajuda, isso pode dar um bom caldo. Então peço que por favor responda a pergunta abaixo e se possível encaminhem a resposta para o meu e-mail: bruakimoto@yahoo.com.br . Apenas comecei a pesquisa e já recebi coisas bem interessantes.

"O que você tem contra a nudez?"

b-jos e abraços ( à quem se interessar)
Bruno Akimoto
=]

Abstrato



As complexidades do amor são diversas e,
meu coração confuso é vulnerável a elas
que o corroem deixando um vazio em mim.
Eu que nada sei da vida,
que vivo sem saber o que é viver,
que ando pela escuridão sem ver,
procuro um caminho seguro para seguir,
aprender e inevitavelmente morrer.

E se for pra seguir, que este seja o momento.
E se for pra aprender, que seja então intenso.
E se for pra morrer, que eu não caia no esquecimento.
Procuro uma palavra para calar o meu silêncio,

Meus sentimentos se misturam,
não sei se amo ou se odeio.
Apenas escrevo palavras
ditadas por um coração
que vaga cidades e
que faz canção.

[Bruno Akimoto 03-11-2008]

b-jos
=]

sábado, 8 de novembro de 2008

Palavras



Ultimamente ando sem muitas palavras, parece que estou acumulando tudo para usar sabe lá quando. Sei que elas ainda existem em mim, mas não consigo usá-las, parece que há um bloqueio. Não me culpo por isso, apenas sinto falta das cócegas que elas provocam em mim, pobre artista.
Quero estar distante de tudo e todos, fugir por instantes e torná-los imortais em mim e que seja intenso enquanto dure. Eles não podem me compreender, por isso não abro mão, me fecho e sumo pra longe. Desapareço e apenas deixo histórias.

Caio Polonini
07/11/2008

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Poesia alada



"Para você faço poesia que brota de meu coração. Sentimento alado que atravessa barreiras e todas as noites voa sem rumo pela cidade. Tenho tantas coisas para dizer... As palavras transbordam de tal forma que não sei controlar. Tento evitar mas quando dou por mim lá estou com papel e caneta nas mãos. As palavras misturam-se com sentimentos que brotam de meu coração alado. E tu, não faças como os outros pássaros que partiram, bateram asas e aqui me deixaram neste abismo de silêncio."

Bruno Akimoto

23/08/2008


Fazia tempos que eu não voltava por aqui... senti saudades novamente e aqui estou.

b-jos


'Je ne sais pas pourquoi j'insiste...