Hoje esse menino reflete outra imagem, com marcas e mudanças necessárias para crescer. Ah... e a saudade? Esta pulula no peito e traz sorrisos e suspiros de um amor gostoso que aquece a alma e mareja os olhos. Mas o que se pode fazer se o tempo passa e um dia nunca é igual ao outro?
Eu vivo em uma poesia rodeada de verdades que me assombram, mas que ao mesmo tempo me fazem seguir e sorrir. O menino do espelho está em mim, em um emaranhado de amor e travessuras que despertam a inocência perdida em um susto. Pois em um susto se morre, e o que fica é um sopro.
Bruno Akimoto
05/10/2016









